Não sei quem criou, mas confesso que me deixou pensativo. Pelo exposto, sou levado a acreditar que esta deve ser obra de uma mulher, pois um homem jamais iria falar de outro homem nestes termos. Na guerra dos sexos quem dirá a última palavra?
Os homens são como as batatas: os novos só descascados e os velhos só a murro.
Os homens são como as bananas: quanto mais envelhecem mais moles ficam.
Os homens são como o tempo: não podes fazer nada para o mudar.
Os homens são como o café: os melhores são quentes, fortes e mantém-te acordada durante toda a noite.
Os homens são como o computador: difíceis de entender e constantemente sem memória.
Os homens são como a publicidade: nunca se pode acreditar numa palavra daquilo que eles dizem.
Os homens são como a conta no banco: sem dinheiro não geram grande interesse.
Os homens são como as pipocas: tiram a fome, mas só por um instantinho.
Os homens são como um nevão: nunca se sabe quando chega, quantos centímetros terá e quanto tempo durará.
Os homens são como as fotocopiadoras: só servem para a reprodução.
Os homens são como os lugares no estacionamento: todos os bons estão ocupados, os outros são deficientes.
Os homens são como os banheiros: os que têm papel estão ocupados.

0 comentários:
Postar um comentário